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Após o 6º mês de vida, chega o momento de oferecer alimentos sólidos aos bebês. A fase inicial dessa introdução deve acontecer de maneira gradual, respeitando o ritmo de cada criança. É fundamental lembrarmos que os pequenos têm personalidades diferentes. Por isso, não há uma receita fixa. O que funciona para um pode não funciona com o outro. Esse também é um processo que pode te ajudar os pais a conhecerem melhor os filhos e compreender o significado de cada reação.

Como introduzir alimentos na dieta do bebê?

O bebê precisa de tempo para se acostumar com a consistência e os sabores dos alimentos. A introdução gradual da alimentação possibilita que os pais identifiquem os sinais de possíveis reações alérgicas, através da presença de diarreia, dores de barriga ou manifestações cutâneas. Geralmente, os primeiros alimentos devem ser as papas de frutas e as papas salgadas.

As papas de frutas devem ser oferecidas em pequenas porções para que o bebê se adapte a cada fruta e à sua consistência. Já a papa salgada é introduzida posteriormente e o pediatra deve acompanhar, informando os legumes, verduras e grãos que podem ser oferecidos. Para a preparação das papas, o ideal é sempre optar pela peneira ao invés do liquidificador. Uma outra dica é que a mãe ofereça uma variedade de verduras, frutas e legumes, dentro é claro, do que foi indicado pelo seu pediatra. Procure também criar hábitos com horários pré-estabelecidos.

Como saber se o bebê está satisfeito?

No início, pode acontecer do bebê não gostar do sabor dos novos alimentos, mas não os pais não devem desistir por conta disso. Até porque, isso contribuirá para a educação alimentar do pequeno. Aí está a importância de oferecer apenas um alimento por vez e aguardar alguns dias para oferecer outro ou misturar.

O apetite do bebê pode mudar a cada nova refeição, então a melhor opção é sempre prestar atenção nos sinais que ele dá. A agitação no momento de comer pode indicar que ele já está satisfeito. Além disso, os pais não devem se preocupar com a rejeição de algum alimento ou refeição. O importante é observar a qualidade e a quantidade dos alimentos ingeridos ao longo da semana.

Por que continuar amamentando?

Nesta fase, a amamentação se torna complementar e ainda é muito importante para a dieta do bebê. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é que o aleitamento materno siga até, pelo menos, os dois anos de idade. O que trará ainda mais benefícios para a saúde do bebê, pois mesmo depois desse período o leite materno ainda é uma forte fonte de nutrientes. Além, é claro, de ajudar a prevenir doenças e infecções.

O ideal é que o desmame ocorra de forma natural, quando a mãe e a criança acharem necessário. Também deve ser feito gentilmente através de conversas.

Atualizado em 19/08/2016

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